
O primeiro contato que tive com Maiakovski (nota aos espíritas: entende-se por contato, o conhecimento da obra), foi há cerca de quase 5 anos. Na época, eu cursava o primeiro ano do meu ensino médio e fui bastante influenciada por um antigo professor de literatura.
Sempre gostei de poesia. Independente da escola. Aliás, exceto as parnasianas. Essas sempre me provocaram certa repulsa, pela temática vazia a qual se sobrepujaram. O simbolismo, por outro lado, sempre me fascinou. Primeiro com a poesia branca de Cruz e Souza, depois com Maia...
Muito embora, a poesia crítica do russo foi o que mais me encantou...
E, antes que esse post tome um rumo meramente didático e sem graça, me despeço com uma citação: “Até que um dia o mais frágil deles entra sozinho em nossa casa, rouba-nos a lua e, conhecendo o nosso medo, arranca-nos a voz da garganta. E porque não dissemos nada, Já não podemos dizer nada.”